Em nota, a Sedu informou que o caso foi rigorosamente apurado por meio de Processo Administrativo Disciplinar, que confirmou o uso de documentos acadêmicos falsos para a contratação temporária na rede estadual. Como resultado, foi aplicada à ex-servidora a penalidade de incompatibilidade para nova investidura em cargo ou função pública estadual pelo período de três anos e sete meses.