
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o diagnóstico precoce da hanseníase é fundamental para aumentar as chances de cura e reduzir o risco de sequelas. A doença tem tratamento e cura, e todo o acompanhamento — do diagnóstico ao tratamento — é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município.
O diagnóstico da hanseníase é essencialmente clínico, feito a partir da avaliação da história do paciente e do exame dermatoneurológico, que analisa a pele e os nervos. Durante a avaliação, são observadas manchas e alterações de sensibilidade ao toque, à dor e à temperatura. Em algumas situações, exames complementares podem ser solicitados para confirmação.
Entre os sintomas mais comuns da hanseníase estão:
Manchas claras, róseas ou avermelhadas na pele, com diminuição ou ausência de sensibilidade;
Dormência, formigamento ou sensação de choque nos braços e pernas;
Diminuição da força muscular na face, mãos e pés;
Inchaço nas mãos e nos pés;
Pele seca, com redução do suor e queda de pelos, especialmente nas sobrancelhas;
Caroços dolorosos na pele;
Úlceras nas pernas e nos pés.
O Dia Mundial contra a Hanseníase é celebrado no último domingo de janeiro, que em 2026 será no dia 25. A data integra as ações do Janeiro Roxo, campanha voltada à conscientização sobre a doença, ao incentivo ao diagnóstico precoce e ao combate ao estigma e ao preconceito ainda associados à hanseníase.
“A hanseníase tem cura e o preconceito também”, reforça a campanha.
A Secretaria Municipal de Saúde orienta que, ao perceber qualquer mancha suspeita ou alteração de sensibilidade na pele, a população procure imediatamente a UBS mais próxima. Identificar os sinais precocemente é essencial para garantir tratamento eficaz e qualidade de vida.