Segundo o biólogo Elber Reis, os banhistas devem redobrar a atenção até fevereiro, período que marca o fim da piracema — época de reprodução de diversas espécies de peixes, incluindo a piranha. Ele alerta que não se deve entrar na água com alimentos nem deixar restos no local, pois isso pode atrair os animais.
O proprietário da área afirmou não ter recebido notificações formais sobre os ataques e sugeriu que os ferimentos poderiam ter sido causados por objetos cortantes, como tampas de garrafa. Ainda assim, garantiu que a situação será monitorada.
Após os relatos, uma vistoria realizada nessa terça-feira, 06, confirmou a presença das piranhas na lagoa. Para reduzir os riscos, a área será delimitada e os banhistas receberão orientações de segurança no local.
